Na última terça-feira (12) foi estabelecido um acordo de cooperação técnica entre o BNDES (Banco Nacional Econômico e Social) e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas), que viabilizou a criação de fundo garantidor destinado a pequenos empreendedores. Para custear a iniciativa, as empresas disponibilizaram R$ 150 milhões cada uma.

Dessa forma, o BNDES FGI Sebrae, nome dado ao novo fundo garantidor, estará voltado para operações de crédito realizadas a microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). O intuito é de diminuir o risco de inadimplência, em serviços oferecidos por instituições financeiras.

Para isso, além dos investimentos para criação do fundo, a Sebrae irá disponibilizar orientações aos empreendedores, quanto a capacitações, recursos digitais, consultorias e diagnósticos. A iniciativa poderá ser acessada através do programa crédito assistido, que além de promover a queda do risco de inadimplência, buscará ampliar a sustentabilidade financeira das empresas adeptas.

As medidas devem entrar em vigor em todo território nacional, a partir de dezembro 2022. Até então a expectativa é que os financiamentos concedidos pelos bancos e demais entidades financeiras, que podem atuar como parceiras do programa,  cheguem a casa dos R$ 4,5 bilhões. Valor este que pode subir para R$ 15 bilhões, futuramente.

Diferença entre MEI, ME e EPP

Enquanto o fundo não começa a valer de vez, é importante saber a diferença entre as modalidades empresariais envolvidas pela medida. Em suma, as principais diferenças recaem sobre o “tamanho” do negócio, quando consideramos o límite de faturamento e número de funcionários. Confira:

Fonte: Netspeed

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *